Integrantes do Ministério Público de Rondônia (MPRO) se reuniram nesta terça-feira (4), na sede da instituição, com representantes de diversos órgãos ambientais e de segurança pública para definir estratégias de atuação coordenada e pacífica no cumprimento de decisão judicial que determina a desocupação da Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.
A decisão judicial estabelece o prazo de 20 dias para a saída voluntária dos ocupantes da área, classificada como de proteção integral. O encontro contou com a participação da coordenadora do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente (Gaema), promotora de Justiça Valéria Giumelli Canestrini, que destacou a importância de uma ação integrada e segura, observando normas que garantam direitos humanos, saúde, assistência social e proteção da infância, além da efetiva preservação ambiental.
De acordo com a promotora, a operação atenderá a decisões já proferidas pelo Poder Judiciário, visando à retomada da área para a preservação da natureza e dos ecossistemas amazônicos, assegurando o direito ao clima saudável e ao equilíbrio ambiental.
Participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), Secretaria Municipal de Agricultura (Semagric), Idaron, Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, ICMBio, Prefeituras de Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste, além do Conselho Tutelar.
Por Redação